Angola: Inspecção da CPLP cria mecanismo para segurança alimentar dos países

Luanda – A inspecção económica da Comunidade dos Países de língua Portuguesa (CPLP) devem criar mecanismos para garantir a segurança dos países membros, de modo a evitar que entrem produtos sem qualidade nos estados membros, disse hoje, em Luanda, o inspector-geral do Ministério do Comércio, Heleno Antunes.

O inspector-geral falava no III fórum das inspecções económicas e de segurança alimentar da Comunidade dos países de língua Portuguesa (CPLP), sob o lema: juntos por uma inspecção económica e de segurança alimentar no contexto global.

Para Heleno Antunes, para garantir a segurança é necessário promover parcerias entre os países membros, continuação de formação de quadros bem como a construção de laboratórios para garantir qualidade dos produtos.

“ Deve haver uma monitorização das acções de formação, aplicando a metodologia das auditorias periódicas aos estabelecimentos comerciais para que em qualquer país membro alerte o outro a cerca do produto chegado a um determinado país, assim evitando que esse produto entre nos outros”, disse.

Como membros, prosseguiu, os países devem garantir que a segurança alimentar dos países seja de qualidade, evitando assim que produtos de baixa qualidade entram principalmente nos países africanos por serem os mais veneráveis.

Heleno Antunes exortou as empresas produtoras a ter em conta como são produzidos os alimentos e principalmente velar pela segurança alimentar, pois eles podem prejudicar a vida de muitos.

A criação de mecanismos de controlo de crimes económicos e normalização de qualidades e serviços devem funcionar com muito rigor, de modo a garantir a melhor segurança nos países membros.

No âmbito da cooperação bilateral e multilateral entre os países membros da CPLP, foi instituído e realizado o 1º fórum na cidade da praia em Cabo Verde em 2013, e em 2014 o II fórum em Moçambique, aonde Angola foi eleita vice-presidente.

Participam do III fórum representantes do comércio dos países membros bem como quadros do ministério do comércio Angolano.

Fonte: Agência Angola Press (ANGOP)

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